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Kátia Guerreiro regressa<br> à Ribeira Grande
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Kátia Guerreiro regressa à Ribeira Grande

A fadista portuguesa actua no Teatro Ribeiragrandense a três de Setembro, num concerto em que apresentará o álbum “Até ao fim”.

A fadista portuguesa Katia Guerreiro regressa ao palco do Teatro Ribeiragrandense no próximo dia três de Setembro para mais um concerto que promete esgotar a maior sala de espectáculos da Ribeira Grande. Os bilhetes (15 euros) estão à venda no local no horário de expediente.

No Teatro Ribeiragrandense, Katia Guerreiro vai apresentar alguns dos temas do seu mais recente disco, intitulado “Até ao fim”, trabalho gravado nos estúdios Atlantic Blue com produção de Tiago Bettencourt e a participação dos músicos Luís Guerreiro, Pedro de Castro (guitarra portuguesa), João Veiga, Artur Caldeira, André Ramos (viola) e Francisco Gaspar (viola baixo).

O álbum “Até ao fim” é constituído por doze temas, um deles assinado pela própria fadista. “Eu gosto de ti” é uma dedicatória à filha Mafalda e assinala, também, uma viragem da artista que se rodeou de novos músicos e apostou em Tiago Bettencourt para produtor musical.

Com cerca de quinze anos de carreira, Katia Guerreiro mantém-se fiel ao conceito musical que tem em Amália Rodrigues uma matriz, levando mais longe o fado português e os Açores através do tema “9 amores”, uma homenagem ao Arquipélago onde a fadista viveu em criança.

Katia Guerreiro nasceu a 23 de Fevereiro de 1976, na África do Sul, mas ainda criança veio viver para S. Miguel onde, aos 15 anos, começou a tocar viola da terra. Foi em Outubro do ano 2000 que iniciou a sua carreira como cantora de fado após um concerto de homenagem a Amália Rodrigues.

Em 2001, editou o primeiro CD, intitulado “Fado Maior”, que viria a ser disco de prata. Dois anos depois lançou o segundo álbum e confirmou-se como um valor incontornável da música portuguesa e não só, pois a crítica internacional tem-lhe tecido os maiores elogios.

As suas reconhecidas qualidades fizeram-na actuar lado a lado com outros grandes nomes da música, como Martinho da Vila ou Ney Matogrosso.

Em Maio de 2010, por ocasião do 10.º aniversário de carreira artística, recebeu o prémio “Melhor Intérprete” da Fundação Amália Rodrigues.

JornalDiario

2016-08-13 13:00:00

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